quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Uma paixão pelos potinhos


ROYAL (FERMENTO)


O fermento em pó ROYAL, ícone da culinária brasileira e mundial, é presença garantida em milhões de cozinhas pelo mundo afora. Afinal, há mais de um século, donas-de-casa fazem receitas deliciosas e meninas aprendem a fazer bolos apetitosos usando o produto, em sua tradicional lata cilíndrica com letras em branco.

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A história

A história da tradicional marca começou em 1866 quando os irmãos Cornelius e Joseph Hoagland, descendentes de holandeses, resolveram formar uma sociedade produzir fermento em pó, com ingredientes importados da Europa, incialmente comercializado na pequena mercearia da família na cidade de Fort Wayne, estado americano da Indiana. O nome do novo produto eram pomposo, como muitos outros da época: ROYAL BAKING POWDER. Em 1873, com a entrada de novos investidores, William Ziegler e John H. Seal, o negócio pode ser expandido, resultando na fundação da Royal Baking Powder Company. Rapidamente eles investiram na maciça divulgação do produto e da marca ROYAL, chegando a patrocinar livros de receitas, e o produto começou a ser um grande companheiro das donas de casa americanas na hora de cozinhar. Na década seguinte, a empresa se mudou para a cidade de Nova York e se tornou a maior produtora de fermento em pó do mundo, exportando seu produto para vários países nos anos seguintes.

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Na década de 20, quando o produto já estava presente em 32 países ao redor do mundo, em sua grande maioria com enorme participação de mercado, somente a marca ROYAL estava avaliada em US$ 40 milhões, mostrando, já naquela época, toda sua força e tradição. O produto foi lançado oficialmente no Brasil em 1923, quando ainda era importado dos Estados Unidos. O rótulo da latinha cilíndrica era praticamente igual ao do final do século: vermelho e azul, igual a embalagem original norte-americana, a não ser pelo fato de que o produto então se chamava Real Fermento Inglez.

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No ano de 1934 a marca ROYAL passou a ser produzida no Brasil, em uma fábrica localizada em Petrópolis, estado do Rio de Janeiro. Somente no ano de 1954 foi inaugurada a nova fábrica para produzir o fermento em Pó ROYAL, localizada na cidade de Jundiaí (estado de São Paulo). Durante décadas o fermento ROYAL acompanhou milhões de donas de casa brasileiras e se tornou ingrediente indispensável em qualquer boa receita, especialmente de bolos e pães. No ano de 2000 a americana Kraft Foods adquiriu a marca ROYAL. Em 2003, ao completar 80 anos, o produto passou por uma sensível modificação: sua lata teve a altura reduzida e a largura aumentada (atendendo justamente a maior solicitação das consumidoras, que há algum tempo queriam “enfiar” a colher de sopa dentro da latinha).

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Cinco anos mais tarde, em, a embalagem de metal deu lugar ao plástico, que ganhou formas anatômicas, além de maior facilidade para ser aberta ou fechada. Auxiliando as leais consumidoras, a nova tampa também servia como medidor, equivalendo a uma colher de sopa. A campanha de comunicação das novas embalagens trazia o slogan “Você mudou, nós também”, que ressaltava os atributos modernos do produto sem, no entanto, esquecer de suas características já tradicionais, como as receitas no verso do rótulo do fermento da marca e a cor vermelha.

Dados corporativos

● Origem: Estados Unidos

● Lançamento: 1866

● Criador: Cornelius e Joseph Hoagland

● Sede mundial: Northfield, Illinois

● Proprietário da marca: Kraft Foods, Inc.

● Capital aberto: Não

● Chairman & CEO: Irene Rosenfeld

● Presidente: Sanjay Khosla (KRAFT International)

● Faturamento: Não divulgado

● Lucro: Não divulgado

● Presença global: + 40 países

● Presença no Brasil: Sim

● Segmento: Alimentos

● Principais produtos: Fermento em pó

● Ícones: A tradicional latinha vermelha

● Website: www.fermentoroyal.com.br



A marca no mundo

Atualmente o fermento em pó ROYAL é comercializado em mais de 40 países ao redor do mundo, com forte presença e popularidade no Brasil, Estados Unidos, Portugal, Irlanda e Inglaterra. No Brasil a marca é líder de mercado há mais de 65 anos, com mais de 92% de participação.

Você sabia?

● O fermento em Pó ROYAL é sinônimo da categoria no Brasil, sendo conhecido pela grande maioria das donas de casa e presente em mais de 60% dos lares brasileiros.

As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente checadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).


Retirei esta matéria do Mundo das Marcas
E agora tenho mais uma função para esta "latinha" incrivel veja em
é por este motivo que mereço um expositor para guardar minha coleção.



SANDRA MARIA

domingo, 26 de setembro de 2010

UMA FLOR DIFERENTE

APLICADA EM TECIDO, FEITA DE TECIDO DE MALHA, FICA COM AS BEIRADAS "ARREPIADAS" COMO A ROSA ORIGINAL, CAUSA GRANDE EFEITO, COM UM POUCO DE PRÁTICA NA MÁQUINA DE COSTURA FICA FACIL O TUTORIAL ESTÁ  AQUI.
SANDRA MARIA

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

UM CASACO CHARMOSO

E VEJAM COM RECEITA E TUDO
É VERDADE QUE ESTÁ EM RUSSO OU QUALQUER COISA DO GENÊRO MAS COM A IMAGEM E O DESENHO COM AS MEDIDAS FICA FACIL COPIAR.
ESPERO QUE GOSTEM.
 SANDRA MARIA

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Nunca postei um texto tão grande mas este realmente vale a pena

LEIA COM CALMA

Na cidade de São Paulo, numa noite fria e escura de inverno, próximo a uma esquina por onde passavam várias pessoas, um garotinho vendia balas a fim de conseguir alguns trocados. O frio estava intenso e as pessoas já não paravam mais quando ele as chamava.


Sem conseguir vender mais nenhuma bala, ele sentou na escada em frente a uma loja e ficou observando o movimento das pessoas. Sem que ele percebesse, um policial se aproximou: – “Está perdido?” O garoto meneou a cabeça: – “Só estou pensando onde vou passar a noite hoje… Normalmente durmo em minha caixa de papelão, perto do correio, mas hoje o frio está terrível… O senhor sabe me dizer se há algum lugar onde eu possa passar esta noite?” O policial mirou-o por uns instantes e coçou a cabeça, pensativo: – “Se você descer por esta rua”, disse ele apontando o polegar na direção de uma rua, à esquerda, “lá embaixo vai encontrar um casarão branco; chegando lá, bata à porta e, quando atenderem, apenas diga “João 3:16″.

Assim fez o garoto. Desceu a rua estreita e, quando chegou em frente ao casarão branco, subiu os degraus da escada e bateu à porta. Quem atendeu foi uma mulher idosa, de feição bondosa. – “João 3:16″, disse ele, sem entender direito. “Entre, meu filho”. A voz era meiga e agradável. Assim que ele entrou, foi conduzido por ela até a cozinha onde o fogão à lenha estava aceso… – “Sente-se, filho, e espere um instante, tá?” O garoto se sentou e, enquanto observava a bondosa mulher se afastar, pensou consigo mesmo: -”João 3:16… Eu não entendo o que isso significa, mas sei que aquece a um garoto com frio”.

Pouco tempo depois, a mulher voltou. – “Você está com fome?”, perguntou ela. “Estou um pouquinho, sim… há dois dias não como nada e meu estômago começa a roncar…” A mulher, então, o levou até a sala de jantar, onde havia uma mesa repleta de comida. Rapidamente o garoto sentou-se à mesa e começou a comer; comeu de tudo, até não agüentar mais. Então ele pensou consigo mesmo:- “João 3:16…Eu não entendo o que isso significa, mas sei que mata a fome de um garoto faminto”.

Depois, a bondosa senhora o levou ao andar superior, onde se encontrava um quartinho com uma banheira cheia de água quente. O garoto só esperou que a mulher se afastasse e então rapidamente se despiu e tomou um belo banho, como há muito tempo não fazia. Enquanto esfregava a bucha pelo corpo, pensou consigo mesmo: -”João 3:16… Eu não entendo o que isso significa, mas sei que torna limpo um garoto que há muito tempo estava sujo”.

Cerca de meia hora depois, a bondosa mulher voltou e levou o garoto até um quarto onde havia uma cama de madeira, antiga, grande e confortável. Ela o abraçou, deu-lhe um beijo na testa e, após deitá-lo na cama, desligou a luz e saiu. Ele se virou para o canto e ficou imóvel, observando a garoa que caía do outro lado do vidro da janela. E, ali, confortável como nunca, ele pensou consigo mesmo: – “João 3:16… Eu não entendo o que isso significa, mas sei que dá repouso a um garoto cansado”.

No outro dia de manhã, a bondosa senhora preparou uma bela e farta mesa e o convidou para o café da manhã. Quando o garoto terminou de comer, ela o levou até a cadeira de balanço, próximo ao fogão de lenha. Depois seguiu até uma prateleira e apanhou um livro grande, de capa escura. Era uma Bíblia. Ela voltou, sentou-se numa outra cadeira, próximo ao garoto e olhou dentro dos olhos dele, de maneira doce e amigável: -”Você entende João 3:16, filho?” “Não, senhora… eu não entendo… A primeira vez que ouvi isso foi ontem à noite… um policial que falou…”. Ela concordou com a cabeça, abriu a Bíblia em João 3:16 e começou a explicar sobre Jesus. E, ali, aquecido junto ao velho fogão de lenha, o garoto entregou o coração e a vida a Jesus.

Enquanto lágrimas de felicidade deixavam seus olhos e rolavam face à baixo, ele pensou consigo mesmo: – “João 3:16… Ainda não entendo muito bem o que isso significa, mas agora sei que isso faz um garoto perdido se sentir realmente seguro.”

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira, que deu Seu único Filho para que todo aquele que nEle crê, não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3:16)
(extraído de uma apresentação de power point – autor desconhecido)
SANDRA MARIA

SANDRA AGRADECE

SANDRA AGRADECE
UMA PAUSA PARA AGRADECER SUA VISITA